Review: Animal Crossing: New Horizons Nintendo Switch 2 Edition encanta e vicia em todos os aspectos

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Eu duvidava do poder de Animal Crossing: New Horizons durante a pandemia que assolou a humanidade em 2020. Ao dar um new game recentemente e, logo, uma honesta chance para ele, me deparei com tamanha capacidade de grudar as pessoas à tela e fazê-las jogar por horas a fio. Tive a oportunidade de jogá-lo inteiro, já na versão 3.0, além da sua esplêndida Edição de Nintendo Switch 2 e, sim, me surpreendi muito positivamente. Confira a análise!

Animal Crossing: New Horizons é pura fofura e conforto! Na Edição do Switch 2, muito conteúdo e funcionalidades boas foram adicionadas para seus fãs.

Para começo de conversa, Animal Crossing: New Horizons é um ABSURDO de bom, dentre os jogos de seu gênero (os ‘cozy’ e de fazendinha). Suas tarefas são extremamente satisfatórias, apesar de um pouco maçantes em alguns momentos; as decorações são muito charmosas e agradáveis de se construir, podendo posicioná-las aos poucos nas áreas externas e internas à disposição da pessoa jogadora. Um verdadeiro trabalho de formiguinha dentro de um imenso sandbox que recompensa muito bem visualmente no final, trazendo um conforto emocional enorme.

Sempre me mantinha engajado no próximo afazer das Milhas do Nook (pontos de experiência gerados por atividades listadas em específico) pelo aplicativo do jogo, preenchendo cada vez mais minhas cartelinhas de adesivos e garantindo minhas milhas. Na mesma medida de engajamento, criar novas ferramentas e objetos é muito divertido, mesmo sendo uma mecânica que, geralmente, não aprecio nos videogames. Colecionar as criaturas habitantes desse mundinho, doando-as ao curador do museu, o Blathers, também me fez investir muitas boas horas de muita jogatina – e de horas de sono perdido.

No mundo dos sonhos, você visita ilhas decoradas e solta sua criatividade numa nova ilha, criada do zero.

O conteúdo novo, somando o update 3.0 (gratuito) às partes da Edição de Switch 2 (pago), fica reservado às partes mais avançadas ou finais do jogo, o que pode ser um empecilho a jogadores e jogadoras entrantes, como foi o meu caso. As construções de seus parceiros aldeões (os NPCs como um todo) que demoram um dia ou mais para ficarem prontas corroboram para certa demora no progresso. Tanto que, com muita ajuda de uma familiar, consegui visualizar muito das lindas novidades a partir da sua ilha, já em estado bem avançado.

Mesmo guardada essa crítica, tudo logo cai por terra, sabendo que o conteúdo do jogo inteiro é praticamente infinito e sua próxima atividade sempre estará à sua espera, esteja você jogando à uma hora da tarde ou às 3 da madrugada. O tempo no mundo real é um fator não só de determinação da luz e do clima da sua ilha, mas de ser uma grande peça de seu level design. É absolutamente incrível. 

O megafone facilita os encontros com outros aldeões da sua ilha.

Foram muitas atualizações, mas vamos resumir rapidamente o que foi lançado (e testado por nós) no Switch 2:

  • Resolução melhorada: os gráficos estão muito melhores, mais nítidos e com 30 fps (quadros por segundo). Garanto que o fps pouco importa perante a gráficos tão bonitos e uma imagem mais clara e nítida, o jogo está uma graça! Além disso, os carregamentos das telas estão muito mais rápidos;
  • Uso do megafone: o megafone, que pode ser adquirido na lojinha dos irmãos Timmy e Tommy Nook, faz você localizar qualquer aldeão da sua ilha rapidamente, com apenas um comando por voz, ou seja, chamando-o(a) pelo nome. Isso mesmo! E aí ele ou ela te chamará, exibindo a sua localização exata por um simples balão de fala;
  • Funcionalidade do mouse disponível: apoie seu joy con 2 na lateral e use a função mouse para decorar qualquer ambiente. Veio muito a calhar, mas ainda me custa um pouco perceber o real conforto e praticidade dessa nova função do console, principalmente usando-a por muito tempo;
  • Jogabilidade e chat de até 12 jogadores simultâneos: agora é possível jogar com mais 11 pessoas em sua ilha, simultaneamente, além de usar o Game Chat do novo console com esse mesmo tanto de gente (hajam amizades, hein!). Entretanto, todas as pessoas precisam da edição do Switch 2 instalada + a assinatura Nintendo Switch Online ativa em suas contas. Caso não seja o caso, a jogatina entre 8 pessoas simultâneas, no máximo, prevalece.
Agora, no modo de decoração, é possível usar o mouse do Switch 2. Basta deslizar o Joy Con 2, apontar e clicar.

Eu poderia mencionar também as atualizações do 3.0, as quais são numerosas e muito, muito vantajosas, que adicionam outra imensidão de conteúdo também. Mas não pretendo te manter eternamente neste texto… Menção honrosa ao novo Hotel Resort da Kapp’n e sua família tartaruga, que te permite decorar quartinhos de hotel bem fofos; às novas peças LEGO disponíveis para compra com o Nook e; as “Slumber Islands”, onde você cria livremente uma nova ilha do zero, de forma só ou acompanhado(a) de seus amigos, a partir do mundo dos sonhos (basta ir dormir na cama da sua casa, após a rolagem dos créditos do jogo, e escolher a opção de sonhar).

Apesar dos preços proibitivos praticados pela Nintendo, muitos dos conteúdos novos estão concentrados na atualização 3.0 (os mais atraentes, inclusive, ao meu ver), acessíveis em sua ilha em ambos os consoles e a quem já possui o jogo, reservando o conteúdo e as melhorias executadas na Edição do Switch 2 como uma trivialidade agradável. Portanto, vale esperar uma boa promoção, caso queira muito essa nova edição. 

Decore quartos fofos à vontade no Hotel Resort da Kapp’n!

Sendo todos esses pacotes de melhoria e atualizações muito boas e recheadíssimas de conteúdo, Animal Crossing: New Horizons ainda se sustenta como esse grande colosso da preciosa atenção dos fãs. Ainda não é um fator de compra do segundo sistema dessa geração da Nintendo, mas consigo ver muito mais pessoas se interessando e se tornando ainda mais apreciadoras desse joguinho que, com tanto carinho e fofura, ajudou a esquecer o caos da porta para fora em 2020 e a divertir aos montes, como ainda o faz. 

O Entertainium Brasil agradece a assessoria da Nintendo no Brasil pelo envio do jogo para a produção deste review.

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